segunda-feira, 23 de novembro de 2009

How can it be?

She's one of my closest friends, and honestly, we tell each other everything, we make each other laugh, we help each other through just about everything, we're there for each other when no one else is around. It could be perfect. If only it felt right.
I've known her for like a zillion years. But I think I speak for both of us when I say 'the feeling' just isn't there. I don't get butterflies. I don't constantly think of her. I don't loose sleep over her. I’m not put off eating. When I look at her, I don't have the urge to hold her. The feeling of what I class as love, isn't there.
But in a strange way, I wish it was. She's like the nicest girl I’ve ever met, she's brilliant, we work well together, she's unbelievably good for me. My words could never do her justice. Why in the hell don’t I see her like that?
How can I see the girl that I loved the most like I did, when deep down I knew it would go wrong, I knew it wasn’t ‘forever’. How can I love her. But not my friend? Wait, I do love her, but in a friendship way.
My point is, I know you can’t choose would you fall in love with. I wouldn’t want you to be able to choose. Part of the excitement of love is not knowing where it’s going or is its going to be.

Just in my perfect world, we’d love each other and things would be so wonderfully simple.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Half of my heart.

Gosto muito de dizer que amo aqueles que estão a minha volta com os meus atos, uma lembrança, uma meia palavra completamente entendida, uma risada disfarçada, uma demonstração de sintonia sem esforço algum, gosto de falar (ou escrever) sem esforço algum, e talvez minha ausência se dê pelo fato de que tenho cada vez menos a dizer. Estou vivendo. E mais do que falar, gosto de viver. Conhecer. Compreender. Gosto de como, cada vez menos, preciso parar e pensar que tipo de pessoa sou. Gosto dessa descoberta de mim como pessoa, como amigo, irmão, filho, sobrinho, neto, cidadão. E já nem tem me importado muito reproduzir aquilo que leio ou vejo por ai. Apesar de continuar o fazendo, pois sendo isso a demonstração de gente como eu, torna-se também um reflexo do que sou, do que quero ser, do que serei, do que fui. Descobri que gosto do que fui, me fez ser o que sou. E gosto ainda mais do que sou. De como me sinto mais respeitado, mais observado por quem me rodeia dessa vez. E poderia dizer se prefiro o julgamento das ações ou das palavras, mas simplismente detesto pensar nessa palavra. Não gosto de gente que acha que sabe tudo, e que diz tudo o que acha que sabe sobre tudo e todos. Gosto de gente que aprende como eu, da maneira mais saudável, mais sincera, mais satisfatória, mais bonita. Gosto de conversa de gente grande. E detesto gente que me prova que estou errado, mesmo admirando-as, e mesmo que nada disso me faça gostar mais de alguém essas pessoas ganham um bom lugar "em mim". Gosto mesmo do fato de como meus amigos me inspiram, já não me sinto mais tão chato.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

natureza humana.

Cheguei. Sinto de novo a natureza
Longe do pandemônio da cidade
Aqui tudo tem mais felicidade
Tudo é cheio de santa singeleza

Vagueio pela múrmura leveza
Que deslumbra de verde e claridade
Mas nada. Resta vívida a saudade
Da cidade em bulício e febre acesa

Ante a perspectiva da partida
Sinto que me arranca algo da vida
Mas quero ir. E ponho-me a pensar

Que a vida é esta incerteza que em mim mora
A vontade tremenda de ir-me embora
E a tremenda vontade de ficar


Vinícius de Moraes

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

for what it's worth.

"...it's never too late to be whoever you want to be. There's no time limit, stop whenever you want. You can change or stay the same, there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. And I hope you see things that startle you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you're proud of. If you find that you're not, I hope you have the strength to start all over again"

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

orgulho de não ter orgulho.

toda essa riqueza cultural musical que eu insisto em achar que tenho sempre se vai quando acordo como estou hoje. essa vontade de jogar pro mundo toda a sentimentalidade que existe em mim seja ela positiva ou não. aí como sempre vem a trilha sonora manjada de sempre, aquela que eu escuto justamente nesses dias. não que não seja boa. até que ela foge do popular. o problema é fazer dela um instrumento de expressão dessa fase que, na verdade mesmo, é aquela que eu menos gosto. queria eu na tristeza conseguir falar de algo que não fosse amor. política, natureza, ou qualquer outra coisa que valha. acho que eu sou mesmo um puta de um mal amado isso sim. porque a gente nunca tá satisfeito com o que tem? porque amor teima em ser o tipo de coisa que quanto mais se tem, mais se quer? mais que isso, mais se precisa. porque dentre todo o tipo de amor há de me faltar justo aquele que machuca mais quando faz falta? e pra quem direciono todas essas perguntas? há respostas pra elas? talvez... talvez, por assim dizer, elas estejam nesse tal "recheio" da minha necessidade. talvez encontremos as respostas quando não precisarmos mais das perguntas. uma coisa deveria ser consequência da outra na verdade. um dia finalmente aprenderei que essa coisa brega de que existe no mundo alguém pra você é verdade. aí eu vou parar e esperar, e todo o meu sofrimento e ansiedade a respeito disso vão embora de forma quase volátil. ou não. nunca saberei de fato se aquela decepção foi a de um grande amor até que este realmente venha de forma a preencher da maneira mais completa meu coração e me fazer sofrer de verdade quando acabar. cheguei a conclusão de que eu nunca amei de verdade. paixão era aquilo, e um grande reflexo do fim da minha enorme carência por alguém que ao mesmo tempo me elogie como amigo e me queira como homem. mas aí tudo foi embora, me deixou aqui muito bem obrigado, e me trouxe de volta a esse ponto. a razão mesmo dessa incasável dissertação sobre o que é, pode ser ou será o amor pra mim vem do fato dele nunca ter existido na minha vida. e hoje eu vejo que era orgulho aquilo que não me deixava admitir. até lá vamos ver se ao menos a playlist muda.

here we go again.

I've been twisting and turning,
In a space that's too small.
I've been drawing the line and watching it fall,
You've been closing me in, closing the space in my heart.
Watching us fading and watching it all fall apart.

Well I can't explain why it's not enough, Cause I gave it all to you.
And if you leave me now, oh just leave me now.
It's the better thing to do,
It's time to surrender,
It's been to long pretending.
There's no use in trying,
When the pieces don't fit here anymore, Pieces don't fit here anymore.

Well you pulled me under,
I had to give in.
Such a beautiful myth,
Thats breaking my skin.
Well i'll hide all the bruises,
I'll hide all the damage thats done.
But I show how Im feeling until all the feeling has gone.

Oh don't missunderstand,
How I feel.
Cause I've tried, yes I've tried.
But still I don't know why, no I don't know why.
I don't know why

encontro.

hoje escrevo pra você. você que me tira o sono, que me faz pensar em razões pra não querer estar ao seu lado. você que põe à prova minha capacidade de me doar a alguém, que nunca se doou da forma como deveria. você que se tornou uma lembrança chata, daquelas que servem apenas pra nos fazer sentir sem vontade de amar. você que age como se de fato nada me devesse, que me acolhe nos momentos de carência apenas. você que acaba sempre por me fazer voltar, mas que ultimamente tem exercido muito mal essa função. um dia eu vou acabar me tornando essa pessoa que se cansou de agradar a quem me dá o mínimo de atenção, sem real vontade dessas sentimentalidades ou vontade de ser só dois mesmo dentro de todo esse mundo racional, fazendo enfim com que você, que na verdade é mais que uma única pessoa enfim venha cobrar o que tenho cobrado no dias de chuva, no dias em que minha única compania é a chama de um cigarro. nesses dias enfim me tornarei alguém que tira seu sono, que te faz pensar em razões pra não querer estar ao meu lado. serei aquele que põe à prova sua capacidade de se doar a algúem, que nunca se doou a você da maneira como deveria. nesses dias eu serei uma lembrança chata, daquelas que tiram a vontade de amar pois agirei como se de fato eu nada devesse a você te acolhendo apenas nos meus momentos de carência. e te farei sempre querer voltar. e talvez eu exerça minha função melhor que você. talvez um dia quando finalmente tivermos tal igualdade é que finalmente eu saberei jogar com sua cabeça como você joga comigo. e nesse dia nós seremos enfim feitos um pro outro.
Eu devo ser muito besta.
Eu devo ser muito amigo quando não preciso.
Eu devo ser muito amante quando não devo.

Eu devo ser muito distante.
Que meu cheiro não deve ser sentido,

E passa despercebido,
Quando na verdade a intenção é outra.

Eu devo ser muito tapado.
Tão tapado que não sei o que devo.
Se devo amor, ou alguma satisfação.

Só sinto que devo,

E devoro em letras suas emoções.
O que deve ser uma puta estupidez.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

prestando contas.

eu relaciono minha vontade de escrever com o agito existencial na minha vida. comecei com isso num momento de radical mudança, cheguei ao clímax num momento de descobertas e redescobertas e também de decisões, que deifinitivamente agitaram minha existência. ultimamente tenho usado palavras que não são minhas pra concretizar meus pensamentos, não gosto disso. essa é porém minha maneira de demonstrar como funciona um pouco minha cabeça. se não vivo muito, não penso. e como leio muito, acabo por gostar de várias coisas que, percebendo que seriam o que tenho a dizer coloco como "minhas". é mais ou menos isso. e nada disso tem qualquer caráter sequer de desabafo ou de revelação, mas apenas de registro. o que é na verdade o grande objetivo disso. mudei a "minha cara", tava entediado. e aí quis vir aqui justificar a mim mesmo e a esse monte de fantasmas que aqui estão, o porque da falta de textos espontaneamente gerados. pessoalmente escritos. às vezes parece pretensão minha vir aqui e em tempos reafirmar que escrevo pra mim mesmo apenas, e enumerar sua vantagens, alguém um dia lê e vê minhas reais intensões. e a verdade é que seria bom se alguém de fato viesse aqui. com o aviso de que nada do que se encontra aqui é boa dica de leitura ou serve como um bom pensamento/conselho/oquequerqueseja. minha mente, assim como qualquer uma, também produz coisas que não prestam. quer dizer, aqui tais pensamentos prestam pra mim... e talvez somente. nada aqui é muito quisto por mais que eu mesmo. em minhas diferentes versões. sejam elas pessoais ou tercerizadas. e que venha o reagito existencial...

em todo lugar alguém se sente assim.

"...the smart thing, the logical thing to do is to get the communication happening between my head and my heart. get my head to make my heart see reason. get it to see the truth about me and her. we dont work. we wont work."