não gosto das coisas certas certas
gosto da imperfeição delicada
da beleza estranha
de tua distância
domingo, 30 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
necessidade.
eu espero pelo verão, quando a necessidade de olhar o por do sol e as ondas no mar é preenchida com maior facilidade, e os corpos ficam mais bonitos. a estação das vaidades, de todos os tipos. mas ao mesmo tempo gosto do inverno, da vontade de ter alguém pra abraçar quando vem a chuva e outros tipos de vaidade também são atendidos. não que isso seja pra falar de vaidade, isso passa com o tempo. aprender com o que se leva do tempo é de onde demanda a vontade de sentar e assistir o sol se esconder, como se isso fosse uma ótima desculpa pra pensar na vida. viajar com os amigos. no verão eu valorizo isso ainda mais. valorizo ainda mais hoje em dia por sempre achar que essa nunca foi a minha praia (esquecendo os trocadilhos). no inverno eu sempre me sinto um pouco sozinho. sinto uma liberdade que não me cabe muito, mesmo desejando-a por algum tempo. a interminável história de querer aquilo que ainda não veio e valorizar mais as coisas quando se foram. coisas. não pessoas. dessas eu me sirvo bem, e posso controlar minha vontade de tê-las. as coisas sim, essas demoram pra chegar e se vão rápido. eu digo aquelas que a gente deseja sabendo que realmente precisa delas. sem a tal da vaidade. posso também usar metáforas ao falar dessa minha espera pelas estções. o verão interior, e o inverno também. sentido claro. sem precisar de explicação. o tempo passa. sempre esperarei pelo que não veio, e terei aquilo que já não quero mais.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
metalinguagem?
tanto tempo sem escrever me fez escrever sobre não escrever. por preguiça ou falta do que falar. entrando naquela onde de viver um pouco. quando me preocupo em deixar um pouco isso aqui na verdade eu sempre me sinto um pouco forçado a não voltar e isso acaba por criar ainda mais situações que envolvam minha presença em meus textos digamos. mas ai quando finalmente não me preocupo em não me preocupar é que eu esqueço. até de mais coisas do que eu acho que deveria. to entrando num tampo de mudanças. físicas, mentais, de círculos sociais. novas amizades? novos caminhos? talvez. não escrever me faz querer viver um pouco mais e essas coisas novas vêm mais naturalmente. me faz estar um pouco mais despreocupado com coisas como aparencia e carência. carência na verdade é um pouco vetada quando a gente tá mesmo afim é de ficar sozinho. e essa merda de psicologia reversa que acaba por nos jogar praquilo que procuramos não estar tão ligados se faz tão pressente que deitar a cabeça no travesseiro a noite se torna cada vez mais dificil. fato é que eu nunca se ao certo o que desejar, como desejar. então é melhor não desejar. a velha história da expectativa. descobri que isso se aplica a qualquer conceito que esteja envolvido em simplismente viver e não apenas nas relações interpessoais. mas por agora é só isso. não escrever.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
no surprise.
if you need me, I will run to you
and if you call me, out of the blue
I will run to catch you as you fall on me
and it’s no surprise that you’ll soon forget about me
so slow it down
and take it easy
if you want me, I will be right here
and if you love me, you will notice me here
and it’s no surprise that your eyes are crying my name
and it’s no surprise that my eyes are seeing the same
so slow it down
and take it easy
and if you call me, out of the blue
I will run to catch you as you fall on me
and it’s no surprise that you’ll soon forget about me
so slow it down
and take it easy
if you want me, I will be right here
and if you love me, you will notice me here
and it’s no surprise that your eyes are crying my name
and it’s no surprise that my eyes are seeing the same
so slow it down
and take it easy
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
it's like never end.
so since I'm not your everything
how about I'll be nothing
nothing at all to you baby,
I won't shed a tear for you
I won't lose a wink of sleep
cuz the truth of the matter is
replacing you is so easy
how about I'll be nothing
nothing at all to you baby,
I won't shed a tear for you
I won't lose a wink of sleep
cuz the truth of the matter is
replacing you is so easy
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